¿ Quase tudo o que penso, sinto o oposto.
Com a disposição plantada, sentes por todos os canais. Os imaginários leva aos sentidos dos olhos e dos teus ouvidos, para escutar as batidas dos teus sentimentos. Agora escuto meus sentimentos em um ritmo arrumado, bonito de se olhar.
Olho minha vida passar com os passos de alguém que anda incerto com a vida, com medo do tropeço, torcendo por uma chance de escorregar para o novo olhar - olhar a cidade de outros ângulos: meu triunfo. Vivo cigana, andante, formosa em desafios, lascada de sol, mas desconfiada dos fins derradeiros.
O fim mutável, mas sempre finito.
Busco lascar-me até afinar, pelo caminho sem sombras, sem marquise. Sou pedestre incerto, andando pelas calçadas da vida. Sou homo sapiens em (r)evolução. Sou paixão da vida, da dificuldade, da tragédia, da alegria. Sou Maria sem João, Maria João.
Sou pura conexão,
mas sinto o oposto.