Quase tudo o que digo, desejo o oposto.
Mas desejo não me arrepender, sabendo, não querer me prolongar - Desistir, numa descontrução da palavra: deixar de existir. Quase tudo o que eu faço, penso na obrigação. Penso no que não seria obrigação. Penso no não-fazer, e me iludo. Para depois me atormentar com tudo.
Mas nada do que faço é para mim, mas para os outros. Nada é por mim.
Há muito tempo já não vivo mais por mim.
Nenhum comentário:
Postar um comentário